
"Quero Arroz com Feijão!"
Outro dia eu estava revendo minhas fotos de quando estive na Europa. Foram 26 dias de um "banho de cultura". Vinte um deles na Europa: Madrid, Barcelona, Paris, Castelos do Vale do Luar, Veneza, Roma, Verona, Nápole... e por aí foi! Última parada, por 5 dias: EUA (New York) para um banho de shop, é claro!
Incrível! Foi há quase 8 anos atrás! Tava um "frio de rachar"!
Me lembro bem de como valorizavam suas músicas, de como preservavam sua história; suas cidades sempre tão limpas! Muito, mas muito agradáveis!
Umas encantadoras, como Madrid, outras assustadoras (foi a sensação que tive!) como Barcelona e New York. Fomos sempre bem recebidos na grande maioria delas, exceto em New York, mas não vou entrar em detalhes!
O encontro durante a viagem com outras pessoas dos mais variados países. A mescla de costumes entre Argentina, Chile, Japão, Portugueses e tantos outros; todos nós, turistas!
- Curiosidade: no Louvre: uma típica gueixa; vestida a caráter e sua família também - chamaram a atenção de todos no salão (mais até do que as belíssimas obras de arte!).
- Um dos diferenciais: a culinária! Como era estranho comer o "pollo" (frango) sem ser ensopado ou com quiabo e angu! Mas de um modo geral, a comida era boa e as sobremesas melhores ainda! E muita "pasta" (massas)! Devo a essas uns bons kilos a mais na época!!!
- Um charme: os cafés de Paris!
- Impressionante: Mac Donald's - por todos os lugares! Coca-Cola nunca faltou também!
- Água: muito cara! Pra economizar, lá ía Coca-Cola.
- Nos "States": mais massas e um bom colesterol; muita pizza e muito Mac Donald's! Fora o concreto que não acaba mais! Uma arvorinha aqui, outra ali e todas elas "peladas", sem uma folhinha!(estávamos no inverno)!
E o tempo ía passando; era ótimo estar ali. Mas que saudades do Brasil, que saudades de BH, da minha casa, dos amigos, do sol, do calor, das montanhas, de dirigir, até mesmo dos buracos no asfalto (ops! nem tantos buracos assim! Podia ter menos, né?!) e tudo mais.
No dia de voltar (graças a Deus!) liguei pra minha casa; pra informar horários e tudo mais. Daí minha mãe me pergunta: "você quer que eu faça alguma coisa diferente pra quando você chegar?" (coisas de mãe!). Respondi: " Quero sim! Arroz com feijão"!
Dito e feito! Chegando aqui: Degustei dois saborosos pratos de arroz com feijão!
Nada mais brasileiro do que isso! Nada melhor do que estar de volta! Se pretendo um dia refazer essa viagem? Sim, mas só pra passear, não pra ficar. Não posso negar, sou mesmo provinciana!
Cachoeira na Serra do Cipó - MG

Essa foto é pra Sílvia! Pra te ajudar um pouquinho a levantar seu astral!

E o veredicto é: Somos culpados!
Numa cidade grande da região sudeste do nosso país foi filmado o esquema de venda de celulares clonados e/ou roubados BEM no centro da cidade, INCLUSIVE AO LADO DE UM POSTO DE OBSERVAÇÃO POLICIAL.
Na reportagem eles mostraram toda a facilidade que que qualquer pessoa tem pra adquirir este aparelho e habilitá-lo para fazer e receber chamadas, isso tudo não gastando mais do que 20 minutos (tempo mais hábil do que aquele que você gasta ao se dirigir a uma loja credenciada e efetuar a compra legalmente) e não mais do que R$ 30,00.
A imprensa, que filmou tudo, dirigiu-se aos orgãos competentes; mostraram o filme e cobraram uma postura. Primeiramente foram à Polícia Civil, que disse: "Essa responsabilidade é da Polícia Militar; não podemos fazer nada nessa situação. A atuação tem que ser da PM".
Então foram até a Polícia Militar. Chegando lá ouviram: "Não podemos fazer nada! A única coisa que podemos fazer é monitorar de perto essa região com o intuito de inibir esse tipo de ação. A responsabilidade é das operadoras de celulares que não usam uma tecnologia mais sofisticada, o que inibiria esse tipo de comércio".
Pois muito bem, será que entendi? Então quer dizer que a polícia (ou as polícias) nada podem fazer contra essas pessoas que vendem e compram aparelhos clonados e/ou roubados! A responsabilidade e culpa então é, primeiramente, da operadora, pois não oferecere a tecnologia adequada contra clonagem; em seguida, as lojas credenciadas também são culpadas e responsáveis, pois vendem e habilitam um aparelho legalmente (e por um preço *** vezes mais caro) e finalmente, o consumidor, ou seja nós, também somos culpados e responsáveis, pois confiamos nos serviços da operadora escolhida, nos dirigimos a uma loja credenciada, compramos um aparelho e habilitamos, tudo conforme manda a lei.
Então, fica caracterizado assim quase que um cartel de clonagem, uma co-participação no crime, já que a operadora oferece um serviço, a loja oferece um aparelho e nós compramos para sermos vítimas de clonagem e/ou furtos, ou seja, estimulamos a prática ilícita de furto, clonagem e comércio ilegal dos aparelhos, né?!
Concluindo, o ato em si (de clonar e comercializar ilegalmente) não tem relevância alguma, o importante é determinar os responsáveis! Será que entendi? É assim mesmo?
Então, SOCORRO!!!!!!! É como diz a minha colega Sônia: "É muita perversão!"

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Belo Horizonte
Profissão: Enfermeira Intensivista
Livro de cabeceira: A irmandade do Santo Sudário
Satisfação: minha profissão
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